quinta-feira, 14 de março de 2013

Valores em falta

Nos últimos dias surgiram notícias que dois ex-jogadores do clube, que atualmente representam um rival, ainda seriam sócios do Sporting e com as cotas em dia, estando assim em condições para votar nas próximas eleições. Por causa do débito direto, pensei eu. O que por essa lógica, pensei eu também, todos os jogadores dos atuais do Sporting, com mais de 18 anos, e mais de um ano de sócio, também teriam as cotas em dia e estariam em condições para votar.

Para surpresa minha, leio hoje uma notícia que, da análise dos cadernos eleitorais, apenas dois jogadores do plantel (tantos quantos os que jogam num clube rival) se encontram com a situação regularizada, sendo que nenhum deles faz parte do lote dos capitães. Os dois jogadores que poderão exercer os seus votos nas próximas eleições são o Adrien, e o Miguel Lopes (sim, o que foi recentemente contratado a norte é mesmo Sportinguista como dizia, com mais de 20 anos de sócio, e as cotas em dia).

Isto dos jogadores do Clube serem sócios vale o que vale, mas se o são, no mínimo deviam ter as cotas em dia, o que não é difícil com débito direto. E mesmo nos tempos que correm, não acredito que seja por falta de saldo na conta. Apenas demonstram uma falta de espírito de Clube, que me entristece. Ainda para mais sabendo eles que isto, mais tarde ou mais cedo, viria a público.

 Apenas de referir que os nosso ex-jogadores Carriço, Pereirinha e Grimi também poderão exercer o seu voto no próximo dia 23/Março.

3 comentários:

Virgílio disse...

Sim, é triste. E mt... Reflecte tb o nível de comprometimento com o SCP do actual plantel.

Maior surpresa (desta vez pela negativa)? Rui Patrício...

SL

kevs disse...

Sem dúvida. RP foi a maior desilusão nesta notícia.

SL

Bentas forever disse...

Não pagam por debito directo, mas pagam por desconto no vencimento, por isso não têm as quotas em dia (nem o vencimento).

Provavelmente a maioria dos colaboradores do Sporting e SAD, também não podem votar.

Ao que chegamos, uma vergonha e depois querem que eles cumpram, quando também o empregador não cumpre (há dois meses!?)